Entendam

Deus não esta em templos, muros, placas, não! Ele esta dentro de você, NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um, não esta nas mãos de extraterrestres salvar o mundo, esta nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fossemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE, ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra.
Parem de buscar Deus em coisas materiais, se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus, vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente não um pecado ou castigo.
Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Welcome - Bienvenido
Pri

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Pri

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POSTS RECENTES

15 de junho de 2017

Sítios Megalíticos ao redor do planeta e suas ligações com os deuses astronautas

Alguns lugares, como que até hoje nos causam impacto, lugares que os cientistas brigam entre si tentado desmistificar ou tentando explicar através de teorias, como foram erguidos, mas ninguém consegue provar como poderiam ter sido levantados, arquitetados, sendo que naquela época, sequer possuíam tecnologia para tal.
Também trago nesse post, as supostas explicações, lendas, de ajuda de seres de outros planetas.
Ainda faltam muitas estruturas mas essas, são as principais.
Segue e boa leitura.
Pri 

MACHU PICCHU

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1. Machu-Picchu, Peru. A cidade perdida dos incas, cujo nome pode ser traduzido do quíchua como "velha montanha", foi construída no século 15, e só foi redescoberta em 1911. Sua arquitetura avançada permitiu que resistisse tanto tempo em uma área chuvosa e de constantes terremotos.

Extraterrestres, Incas e Machu Picchu

De acordo com mitos peruano, a civilização Inca foi criada por Mama Ocllo e Manco Capac, os servidores da divindade Viracocha. A cidade sagrada de Machu Picchu é uma das mais complexas e misteriosa estruturas ao redor do mundo, impressionante como foi construída nos Andes do Peru. Estranho edifícios sem tetos montados com grandes blocos de pedra e enormes plataformas, pisos esculpidos diretamente na montanha, com uma precisão de laser. Muitos deles foram construídos a beira das falésias, como se o lugar fosse um ponto de acesso às aeronaves. De acordo com as traduções de Zecharia Sitchin, Viracocha era um rei Anunnaki Ishkur, o
filho de Enlil e criador da civilização Inca. Macchu Picchu supostamente foi construída por Manco Capac II ", o último filho do sol" e o súbito desaparecimento da maior parte dos Incas, antes do ataque dos conquistadores espanhóis, sugerem que eles foram resgatados, mas questão é: Para onde eles foram? 





O Portão dos Deuses

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Fonte: A porta ou Portão dos deuses (Puerta de Hayu Marca), escavada em rocha na região serrana Hayu Marca (sul do Peru), perto do Lago Titicaca, a 35 quilômetros da cidade de Puno, tem sido reverenciada pelos habitantes locais como a "Cidade dos Deuses". Embora nenhuma cidade real jamais tenha sido descoberta, ela é parte de uma área conhecida como Floresta Espírito, ou Floresta de Pedra, ...
feita de estranhas formações rochosas. Uma lenda fala de "uma porta de entrada para as terras dos Deuses" através da qual, nos tempos antigos, grandes heróis teriam ido juntar-se aos seus deuses, passando pelo portão para uma vida nova de gloriosa imortalidade e, em raras ocasiões, essas pessoas voltavam, por um curto período de tempo, com os seus deuses, para "inspecionar todas as terras do reino", através do portão.
Outra lenda fala da época em que os conquistadores espanhóis chegaram ao Peru e saquearam o ouro e pedras preciosas do Império Inca. Um sacerdote do Templo Inca dos Sete Raios, chamado Amaru Meru (Aramu Muru), teria fugido de seu templo sagrado com um disco dourado conhecido como "a chave dos deuses dos sete raios", e se escondido nas montanhas de Hayu Marca. Ele lhes teria mostrado a chave dos deuses e um ritual teria sido realizado, com a celebração de um acontecimento mágico. Iniciado pelo disco de ouro que teria aberto o portal, de acordo com a lenda, uma luz azul teria emanado do túnel que leva para dentro. Então, o sacerdote Amaru Meru teria entregado o disco de ouro para o xamã, passando através do portal "para nunca mais ser visto novamente". Os arqueólogos observam que existe uma mão de pequeno porte, na depressão circular no lado direito da porta menor, e teorizam que este é o lugar onde um pequeno disco pode ser colocado e mantido pela rocha.
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De acordo com alguns indivíduos que colocaram suas mãos na pequena porta, uma sensação de energia fluindo foi sentida, bem como experiências estranhas como visões de estrelas, colunas de fogo e os sons de estranha música. Outros disseram ter percebido túneis no interior da estrutura, embora ninguém ainda tenha encontrado uma lacuna na abertura da porta. Pelo contrário, a opinião profissional é que não há nenhuma porta real e que tudo tenha sido esculpido a partir de uma mesma rocha. É interessante notar que a estrutura assemelha-se, inegavelmente, à Porta do Sol em Tiwanaku (Tiahuanaco) e cinco outros sítios arqueológicos que se ligam por uma cruz imaginária de linhas retas que se cruzam exatamente no ponto onde o planalto e o Lago Titicaca estão localizados. Notícias da região, nos últimos 20 anos, tem indicado atividades com objetos voadores não-identificados em todas essas áreas, especialmente no Lago Titicaca. A maioria dos relatórios descrevem brilhantes esferas azuis e brilhantes objetos brancos em forma de disco.
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A lenda acima é concluída com uma profecia de que a Porta dos Deuses, algum dia, será aberta, muitas vezes maior do que realmente é, para permitir que os deuses regressem em seus navios de SOL. A profecia afirma que todas as Américas eram unidas por uma tradição espiritual comum e por um líder e que o serão novamente. Estávamos unidos, antigamente - Amaruca, ou Ameruca (América), significando "terra da serpente"- em um tempo quando a serpente era o símbolo universal de sabedoria mística e poder espiritual. Uma lenda diz que a América do Norte e a América do Sul teriam sido nomeadas por esse portador de cultura historicamente conhecido como Aramu Muru ou Meru Amaru, a "Serpente Meru." Aramu Muru teria vindo do antigo continente de Mu com muitos objetos de poder, incluindo o poderoso Disco Solar, que já fora pendurado em um templo importante em sua terra natal. Ele também teria trazido muitos ritos e símbolos sagrados, como o Chacana que, depois de ter sido levado pelos missionários para todas as quatro direções, servira para unir as Américas em uma cultura espiritual homogênea.
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Lendas afirmam que Aramu Muru teria ajudado muitas tribos nativas americanas depois que chegaram ao Peru, durante o tempo da destruição de Mu (Lemúria) e a Velha Terra Vermelha (Atlantis). Ele, então, teria unido essas tribos em uma cultura muito avançada, que passara a construir muitos dos imponentes templos megalíticos que ainda adornam a paisagem do Peru hoje. Que embora a maioria de nós tenha esquecido essa ligação com o passado, o espírito de Aramu Muru nunca nos teria abandonado - ele continuaria a vigiar todas as Américas a partir de seu Templo de Luz localizado acima do Lago Titicaca. Além disso, o grande Disco Solar de Mu também continuaria a existir e atualmente estaria localizado no fundo do lago sagrado.
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De acordo com todas as profecias, desde 1992, quando o Pachacuti ou "Transformação do Mundo", anteriormente profetizado pelos Incas, teve seu início, Aramu Muru e o Templo de iluminação estáo marcando presença pois, novamente, o disco solar está emanando poderosas correntes de luz espiritual que acabarão por unir as Américas, elevando o mundo inteiro. Logo, a profecia se completará, a Águia (América do Norte) vai se unir ao Condor (América do Sul) e os povos vão se tornar, novamente, um só.




Pirâmides Maias



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2. Chichén Itzá, México. Esta cidade foi o centro político e administrativo da civilização maia, fundada por volta de 435 A.C. Entre suas estruturas, destaca-se a pirâmide de Kukulkán, além do Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros.



VERSÃO 1 
OS VEDAS E SUA VERSÃO SOBRE O POVO MAIA

Muito se tem especulado sobre a origem dos maias e os seus sacrifícios humanos sangrentos. No entanto, umas das escrituras mais antigas do mundo, os Vedas, nos dão uma luz sobre o assunto.
De acordo com textos védicos, os maias tomaram esse nome de um extraterrestre demoníaco gigante e com características de "MAYA Danava" o mesmo que se tornou seu líder e suaves várias tribos e raças de seres humanos que povoaram há 5.000. das Américas.
Resultado de imagem para Maya DanavaMaya Danava era descendente de uma raça de canibais gigantes que viveram na América e de outros planetas e que aceitavam as mesmas ofertas de humanos como comida e aparece como deuses e semideuses, devido ao seu vasto conhecimento arquitetônico, cosmológico e tecnológico.
Ele é descrito nos Vedas como Maya Danava, o que tinha esse conhecimento e até naves espaciais estavam inclusas nesses textos, usavam OVNIs para atacar os outros membros de sua raça conhecida como Salva, que então usam essa nave para atacar a cidade de Dwarka, a força do deus Krishna o mesmo que em seguida desapareceu debaixo de um cataclísmica sob o mar.

Nos textos védicos como o Mahabharata e Srimad Bhagavatam inúmeras histórias sobre tecnologias passadas, incluindo aviões e armas são relatados. Muitas dessas tecnologias têm origem extraterrestre e foram mal utilizados, assim como hoje.
Esta parte da história contada no Maha Bharata e o semideus Shiva, no qual ele comenta sobre a construção e tecnologia dessas naves espaciais.

BÊNÇÃO DE SHIVA
Narada Muni disse: Quando os semideuses (devotos de Deus), que são sempre poderosos pela misericórdia do Senhor Krishna, lutou com os asuras (demônios), os asuras foram derrotados, e, portanto, se refugiaram em Danava Maya, o maior dos demônios.
Maya Danava, o grande líder dos demônios, preparou três residências invisíveis e deu aos demônios.
SB 7.10.54-55, tradução:

Maya Danava, o grande líder dos demônios, preparou três residências invisíveis e deu aos demônios. Estas casas/aviões eram feitos de ouro, prata e ferro eram como, e continha apetrechos incomuns. Meu querido rei Yudhiṣṭhira, por causa destes três casas dos comandantes dos demônios, permaneceu invisível para os semideuses. Aproveitando a oportunidade, os demônios que lembravam de sua antiga inimizade, começou a vencer os três mundos e os sistemas planetários superiores, médios e inferiores.
SB Canto 10,1-10,13
Danava o demônio Maya construiu uma casa de reunião dos Pandavas, e Duryodhana onde foi muito ofendido.
SB 10.1 Resumo:

Engenhosa Blessing A
O demônio Salva, que profundamente invejava Krishna e
queria ter uma força suficiente para destruir, tambiπn,
Refugiou-se no Senhor Shiva. Para atingir seu objetivo submetidos
Austeridade era não comer mais do que um punhado de cinzas diariamente.
Depois de um ano, Lord Shiva ficou satisfeito com πl e
Ela disse-lhe para pedir uma bênção.
Salva implorou ao Senhor Shiva para dar-lhe uma nave.
-A nave tem de fazer tudo o que eu quero e eu queri ser capaz de manuseá-la com a mente. Em cumprimento de minha ordem,
Você deve ir para o céu ou para o lugar que eu escolher. E dentro dela deverá ter apenas lugares para dois homens sentarem e se eu quiser viajar com centenas de
milhares de pessoas, devo manifestar o mesmo número de assentos.
Ela nunca deve ser danificado por razões mecânicas e deve ser
Equipada com uma variedade de armas. Eu quero ser muito perigoso e quero inspirar terror na Yadus.
Então o Senhor Shiva concedeu-lhe o desejo, e, em seguida, Salva,
com a ajuda do demônio Maya Danava, construiu uma nave
mística com a qual começou a destruir Dwaraka, a residência do
Senhor Krishna. Calva foi atacados de cima. Os guerreiros da dinastia Yadu, liderados por
Pradyumna lutou com Salva e ejπrcito, não conseguiram derrotá-lo.
08 de setembro
bênçãos Shiva Shiva do Senhor
Finalmente, seior Krishna se apareceu no campo
batalha e, depois de uma disputa intensa em que havia muitos
implementações místicas por Salva, o senhor tomou o Seu
disco e cortou a cabeça do demônio e Ele concedeu-lhe liberação.

Antes existiam MUITO MAIS tecnologia do que nós observamos hoje. e MAYA Danava, LÍDER e arquiteto da cultura maia era na verdade um demônio muito poderoso com CONHECIMENTO CIENTIFICO.

VERSÃO 2
OS MAIAS E O ENVOLVIMENTO COM SERES DAS PLEIADES

Imagem relacionadaPoucas culturas possuem teorias bizarras sobre sua origem e seu desaparecimento como a civilização maia cujo desenvolvimento matemático e arquitectônico para algumas pessoas, seria inexplicável sem invocar assistência cósmica. Um novo livro, Ancient Aliens na Austrália, sugere que esta civilização foi influenciada por extraterrestres das Plêiades, que geneticamente intervieram para aumentar a consciência ou manipular essas pessoas. A teoria se correlaciona com uma outra proposta ultrajante, de que os aborígenes australianos são o elo perdido e de acordo com sua própria mitologia, vem das estrelas. De acordo com Bruce Fenton:
A tese central é que os seres das Plêiades desempenharam um papel importante no desenvolvimento do Homo sapiens sapiens. Minha parte favorita do meu trabalho era a hipótese de que Pleiadianos híbridos humanos em Palenque tinham altos níveis de DMT endógeno no sangue, e o sangue era considerado uma oferta sagrada e uma chave para abrir dimensões espirituais. Então eu sei que esta ideia nunca foi proposta antes, e pode explicar por que os senhores maias (alguns dos quais podem ter sido híbridos) foram os únicos que tinham sangue adequado para rituais.

Resultado de imagem para piramides maias pleiadesAs ideias de Fenton não são inteiramente parecidas como as que seguem a pesquisa de autores como Zecharia Sitchin, Erich von Däniken e Graham Hancock, que podem ser agrupados em teoria da "antigos astronautas", relacionado também a versão do Annunaki, que dizia que os deuses sumérios eram corpos celestes que minaram os seres humanos. Novedos traz a ideia de que talvez a DMT poderia ter desempenhado um papel em suas visões e desenvolvimento de sua cosmogonia. Esta molécula é encontrada naturalmente na glândula pineal de seres humanos e é parte de uma tradição xamânica particularmente na Amazônia, aqueles que consomem chás como o da ayahuasca por exemplo. Também é verdade que o Dr.Cilff Picover especulou anteriormente que algumas visões bíblicas --teofanías como a de Moises-- poderia ter sido causado pelo consumo da DMT endógena. Além disso, algumas culturas hispânicas mudaram seu corpo, especificamente partes de seu cérebro, algo que talvez poderia ter a ver com o DMT.


Stonehenge

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3. Stonehenge, Inglaterra, é uma estrutura formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas, construída durante a Idade do Bronze. Acredita-se que era usada para fins astronômicos e religiosos.


Stonehenge: Mistério na planície de Salisbury


A Stonehenge, talvez na mente de muitas pessoas, é o lugar mais misterioso do mundo. Este conjunto de anéis concêntricos de rochas são de 4.000 anos atrás, um dos mais antigos, e certamente mais bem preservadas estruturas megalíticas na Terra. É uma construção fantástica, com muitas das maiores pedras envolvidas pesando 25 toneladas e extraídas a partir de um local de 100 quilômetros de distância.
Os anéis e rochas de arenito carregam vigas maciças.

Quem as construiu?

Não sabemos quase nada sobre quem construiu Stonehenge e o por quê. Uma teoria do século 19 foi a de que os druidas, um povo que existia na Grã-Bretanha antes da conquista romana, tinha construído como um templo. Somente modernas técnicas poderiam ter construído Stonehenge, e agora sabemos que Stonehenge foi construido pelo menos1.000 anos antes de os Druidas chegarem ao poder.

Mas há evidencias de que as pedras de Stonehenge foram erguidas ha 11 mil anos atrás!!!
O autor suíço Erich von Däniken sugere que os extraterrestres tiveram um papel na criação de Stonehenge. Os aliens poderiam ter construído Stonehenge como uma rampa de desembarque, pois é uma estrutura forte e resistente que poderia provavelmente segurar uma grande quantidade de peso, e que nos campos vizinhos, muitos círculos foram encontrados. Além disso, dado o enorme tamanho das pedras, move-las por mais de 100 quilômetros seria uma tarefa quase impossível.
Alem disso, as pessoas que viveram 5000 anos atrás nem tinham a tecnologia suficiente capaz de ter a incrível força necessária para transportar as pedras da serra galesa para Salisbury, mas a teoria sobre Stonehnge ter origem alienígena ainda persiste.

Ta Prohm, Camboja

Ta Prohm Angkor, Cambodia
Ta Prohm, Camboja. Um dos templos de Angkor, construído entre o final do século 12 e início do século 13, foi fundado como um mosteiro budista mahayana e fazia parte da antiga capital do império kmehr.

O Templo Bayon está localizado no Camboja. É composto atualmente por 37 torres clássicas, que no Ocidente chamaríamos de barrocas, esculpidas em vários blocos de rocha que formam cerca de 216 imagens de faces com expressões diferentes.

Neste quesito existe uma divergência histórica, enquanto uns pesquisadores defendem ser a representação da imagem de buda, outros dizem ser a face do Rei Jayavarman VII. 

O complexo é instigante, com aproximadamente três quilômetros de extensão, cada torre com uma face voltada para cada um dos pontos cardeais, lhe dá a estranha sensação de que está sendo constantemente vigiado.


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Borobudur ou Barabudur


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Borobudur, Indonésia. O maior monumento budista do mundo, localizado no centro da ilha de Java, é a principal atração turística da Indonésia atualmente. Foi construído no século 8 como um templo hindu e redescoberto em 1814.


O templo Borobudur e seu mistério com o povo das estrelas


Magelang, Indonésia. O templo Borobudur na ilha de Java é o maior monumento budista do mundo. Construído durante os séculos VIII e IX dC, esta estrutura religiosa, com a sua base larga e com vários níveis, é outro exemplo de pirâmide. Consistindo de seis terraços retangulares e cobertos por três terraços circulares concêntricos, este intrincado projeto de pirâmide tem intrigado os estudiosos, especialistas quando visto do céu. Borobudur definitivamente não é uma pirâmide óbvia, mas é uma pirâmide. É uma pirâmide de degraus sobre os quais foram construídas estruturas.
O templo de Borobodur, diz Jason Martell, é conhecido como um santuário, mas também é um lugar de peregrinação. onde as pessoas começam na base e se dirigem até o topo, que teoricamente é como chegar ao Nirvana. Borobudur, na indonésia é um dos lugares mais incríveis no mundo. Número um: é incrivelmente bonito. Número dois: a mensagem que ele transmite é absolutamente espantosa. Porque o que temos lá é um monte do templo, um monte do templo para as estrelas.
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De cima, o templo tem a forma de uma mandala budista gigante, um único diagrama circular representando tanto o cosmo como um lugar espiritual para a oração e meditação. O desenho indica que esta pirâmide ja foi um lugar onde o homem se conectava com os deuses. Pesquisadores questionam porque e como os contrutores criariam um símbolo religioso tão intrincado que só pode visto do céu. Mas de acordo com os Teóricos dos Antigos Astronautas, a resposta pode ser encontrada na parte superior da pirâmide, onde há 72 estrturas em forma de sino conhecidas como estupas, cada uma abrigando uma estátua de Buda sentado.
Eles são considerados como ovos do mundo, ou úteros de transformação. É fascinante, porque na India, a palavra para “stupa” é a palavra “sicarra” o que significa torre, diz William Henry. Sicarra é muito parecida com a palavra egípcia “Sicarra” que é o lugar da pirâmide de degraus ou a Escada para o Céu, e isso me fez pensar se os antigos egípcios e os antigos indianos estavam nos dizendo a mesma coisa sobre as estupas, que são de fato úteros de transformação, escadas ou escadarias cósmicas, para os céus.
A jornada não acontecia em suas cabeças. Não era algo etéreo. Não era algo espirutal. Aconteceu !…diz Giorgio A Tsoukalos. Contato extraterrestre aconteceu na Indonésia milhares de anos atrás.
Seriam essas estupas realmente construidas como uma representação de iluminação espiritual, como os principais arqueólogos acreditam? Ou poderiam ter sido construidas para servir a outro propósito ainda mais profundo? Seria possível que os antigos habitantes da Indonésia na verdade testemunharam um evento extraterrestre? Teóricos dos Antigos Astronautas acreditam que prova pode ser encontrada nas ruínas arqueológicas das pirâmides antigas, prova que está escondida a vista de todos.

O Templo de Luxor

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O Templo de Luxor, foi iniciado na época de Amenhotep III (por volta de 1350 AC) e aumentado mais tarde por Ramsés II, só foi acabado no período muçulmano. É o único monumento do mundo que contém em si mesmo documentos das épocas faraónica, greco-romana, copta e islâmica, com nichos e frescos coptas e até uma Mesquita (Abu al-Haggag). Este templo era dedicado ao Deus Amon, mas não só, era também dedicado às divindades Mut (esposa de Amon] e Khonsu. As suas dimensões são menores do que as do Templo de Karnak, e ambos são dedicados ao mesmo deus.

O seu nome antigo era Ipep-resit, traduzido como "Harém do Sul", referindo-se às festas que uma vez por ano lá tinham lugar, durante estas festas eram transportadas as estátuas de Amon, Mut e Khonsu de Karnak para Luxor. Por volta do século II, o templo foi ocupado pelos romanos, mas foi sendo abandonado gradualmente.

Foi coberto pelas areias do deserto, até que em 1881 o arqueólogo Gaston Maspero redescobriu o templo que, se encontrava muito bem conservado. Para iniciar a escavação a vila que entretanto tinha crescido perto do templo teve de ser retirada, apenas permanecendo uma mesquita, construída pelos árabes no século XIII.



A Cidade Celeste


deldebbio | 9 de abril de 2010

À mentalidade moderna resulta virtualmente impossível conceber a idéia de uma Cidade celeste, em contraste com a mentalidade, plenamente sacralizada, dos povos antigos e tradicionais, que não só creditavam sua existência, mas também além disso viam nela a origem de sua cultura e civilização, como muito bem o explicam as crônicas e textos sagrados que nos legaram, nos quais se diz que dita cidade é a morada onde habitam os deuses e os antepassados míticos, o que expressa deste modo a idéia de uma genealogia espiritual, Por isso os nomes de “Terra dos Vivos”, ou “Terra dos Imortais” ou “Terra dos Bem-aventurados”, como também se designa à Cidade do Céu. Recordemos, neste sentido, que as cidades tradicionais, sempre se construíram conforme ao modelo dessa Cidade mítica, quer dizer, como a projeção no tempo e no espaço do mundo das Idéias e dos Arquétipos, como é o caso de Teotihuacan (a “Cidade dos Deuses”) dos antigos toltecas mexicanos, ou de Jerusalém, chamada a “Cidade da Paz”, que representa a Jerusalém celeste descrita pelo profeta Ezequiel e posteriormente por João no livro do Apocalipse. O Ming-tang chinês, cujo nome significa “Templo da Luz”, reproduz igualmente a estrutura arquetípica da Cidade celeste, denominada na tradição extremo-oriental a “Cidade dos Salgueiros”, habitada pelos “Imortais”.
Em geral, essa estrutura está presente em todos os centros espirituais destinados a serem símbolos da manifestação do Céu na Terra, e portanto da conjugação e íntima união entre ambos, até tal ponto que não existe diferença alguma que os separe. Convém recordar também que muitas vezes era um país ou região inteira a que se considerava a imagem mesma do Céu, como é o caso da antiga China, chamada precisamente de “Celeste Império”, ou o Egito faraônico, que era assimilado a um coração, símbolo também do Céu, como nos diz Plutarco em seu livro Ísis e Osiris: “Os egípcios figuram o Céu, que não pode envelhecer porque é eterno, por um coração”, e o mesmo afirma Hermes Trismegisto no Corpus Hermeticum: “Ignora, Oh, você, Asclépio, que o Egito é a imagem do Céu e a projeção neste mundo de todo o ordenamento das coisas celestes? Para falar a verdade, nossa terra é o templo do mundo inteiro”.
Baalbek, Líbano
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Baalbek, Líbano. Chamada de Heliópolis pelos romanos, ou Cidade do Sol, foi uma cidade fenícia que se tornou colônia do Império Romano. Seus edifícios principais foram construídos entre os anos 138 e 217. O templo principal, dedicado a Baco, é comparado ao Templo de Jerusalém, pelo tamanho e forma de alinhamento das pedras.

Baalbek (O Mistério do Líbano)




A impressionante construção da milenar Baalbek ou Balbek (Heliópolis para os romanos), que é uma cidade histórica situada no Líbano. È um antiga cidade da Fenícia, no conhecido vale do Bekaa, tornou se colônia romana conquistada sob Augusto.

Plataforma das "Ruínas de Baalbek" no Líbano
A acrópole da cidade conserva importantes vestígios romanos. As gigantescas ruínas de Baalbek se encontram em meio à planície de Beqaa, entre as cordilheiras do Líbano e do Anti-Líbano. Foi chamada Heliópolis, "cidade do sol", pelos gregos e romanos.

Sua origem recua até perder-se nas lendas antigas de Baal, que era considerado “o controlador do destino humano”.

Durante os primeiros séculos da era cristã, Baalbek foi muito próspera e famosa. Seus edifícios, como os conhecemos agora, tiveram sua construção iniciada pelo Imperador romano Antonino Pio (138-161 d. C), e continuada por Septímio Severo e outros imperadores até Caracala (211-217 d.C.).

Os romanos construiram Baalbek para honrar a Júpiter, a Baal e a Baco, e para impressionar as nações do Oriente com o poder e a grandeza de Roma. Na condição de centro de adoração do Sol, ela tornou-se conhecida como a morada de um oráculo (centro de adivinhações). A cidade foi visitada pelos principais governantes da época e por pessoas importantes que vinham de todas as partes.

Comparativo de Baalbek - relacionada a sua posição "indo
ao monte Ararat" em Iğdır, Turquia
A base do templo possui pedras entre 900 e 1400 toneladas alinhadas, perfeitamente encaixadas e apoiadas entre 5 e 10m de altura sobre outras pedras menores.

Seu formato e tamanho das pedras também é comparado com o Templo de Jerusalém onde, em seu centro, existe o Domo da Rocha do Islamismo, no exato local onde estaria construído o Santo dos Santos (centro do templo israelita), sobre uma rocha segundo a qual os deuses visitavam a terra e ficavam sobre ela, chamada Pedra Sagrada.

Comparativo de Baalbek, quando é relacionada a sua posição, seguindo um traço (linha) que dá direto ao monte Ararat, do mesmo jeito que as outras cidades anti-diluvianas dos Anunnaki estavam alinhadas, porque formavam um linha reta que terminava no nas proximidades do monte Ararat (o lugar onde os Anunnaki - haviam construído um gigantesco completo na época a sua primeira visita a terra).
As oitos cidades perfeitamente alinhadas numa Seta
-reta, apontado para o Monte Ararat.
A imagem acima: as cidades posicionadas em linhas que haviam sido construídas pelos Anunnaki, que antecederam a inundação que as destruiu na suméria.

Também é uma conscidência ou um simples engano, como é afirmado por aqueles que não querem reconhecer nada com real, por acha que as construções serviram apenas para adoração dos “deuses” por aqueles que não podiam compreender sobre as Divindades (extraterrestres), também há um forte relação nas escrituras chamada de sagrada da Bíblia - a Mitológica.

O Tempo do Monte em Jerusalém e sua semelhança com
a Plataforma de Baalbek, no Líbano.
Se quiser conhecer mais afundo tais ruínas: é preciso adentrar nos livros escritos por Zecharia Sitchin que é parte de “As Crônicas da Terra”. Ele explica tudo passo-a-passo: desenrolando o entrelaçado desta enigmática construção. De acordo com as suas pesquisas feitas nas Tábuas Sumerianas, as plataformas foram erguídas logo após a Inundação (O tal Dilúvio da mitológica Bíblia). Para substituir o que havia sido destruído antes e que estava localizada na suméria.


A ILHA DE PÁSCOA

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Moais de Rano Raraku, Ilha de Páscoa, Chile. Rano Raraku é uma cratera vulcânica onde foi esculpida a maior parte dos moais, gigantescas cabeças de pedra. Dali saiam antigas estradas em direção à costa da ilha, por onde, aparentemente, os moais foram abandonados. A Ilha de Páscoa tem cerca de 300 plataformas para apoio dos moais, alguns deles reerguidos por guindastes no final do século 20.

Essas estruturas megalíticas em especial, não nos provoca dúvidas no sentido de como foram transportadas e sim do porquê os moradores da ilha, viam necessidade em construir gigantes de pedra erguidos e olhando para o mar. 


Tiwanaku  e Puma Punku - Bolívia

Tiwanaku Bolívia 
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Tiwanaku, Bolívia. A cidade pré-colombiana abrigou uma das mais importantes civilizações precursoras do Império Inca, sendo capital administrativa e religiosa por cerca de quinhentos anos. As ruínas se localizam entre o lago Titicaca e a cidade de La Paz. O nome da cidade significaria "pedra no meio", em alusão à crença de que Tiwanaku era o centro do mundo. 

Puma Punku – Um Dos Maiores Mistérios Da América Do Sul


Puma Punku é uma ruína fantástica. É um dos lugares mais extraordinários que já conheci. O sítio arqueológico respira mistério, encantamento e, na minha opinião, é um dos locais mais intrigantes da Terra. Sou apaixonado por enigmas e o principal motivo de ter ido à Bolívia foi para conhecer este lugar, juntamente com Tiwanaku.
Puma Punku está localizado em Tiwanaku, a 72km de La Paz, na Bolívia. O nome Puma Punku vem da língua Aymara e tem o significado de “A porta da Puma”.

 Um pouco de Puma Punku
Existem muitas teorias sobre a datação de Puma Punku, mas ninguém até hoje conseguiu defender o exato período histórico da sua construção, tampouco afirmar como foi erguido. Muitos historiadores afirmam que a arquitetura sofisticada do sítio arqueológico tem aproximadamente 14.000 anos de idade, mas o mistério não acaba aí…






As rochas de Puma Punku foram cortadas com uma precisão descomunal, e muitos se perguntam: “como fizeram isto em uma época tão primitiva?”. Foi a partir desta questão que surgiram teorias sobre seres extraterrestres. É de se pensar. Por que não?
 O mais intrigante é que, existem blocos com mais de 100 toneladas, cortados sem defeito algum. Algumas “peças” são tão incríveis que fica difícil de acreditar que foram produzidas há milhares de anos. E foram.
E, não precisa ser nenhum especialista para enxergar a diferença de arquitetura – comparada às outras civilizações antigas –, como a Inca e Maia, por exemplo. Puma Punku é muito diferente e tem uma arquitetura única. Esta ruína é um dos maiores enigmas da América do Sul, sua linha de criação é, ainda, muito incompreendida pelos pesquisadores. Portanto, para quem é fissurado em civilização antiga, história e ufologia, precisa conhecer Puma Punku.
A ruína é considerada tão misteriosa quanto às pirâmides do Egito e foi tombada como patrimônio da humanidade pela UNESCO.
Para os interessados em se aprofundar no assunto, segue um vídeo do History Channel sobre Puma Punku. É muito interessante.


CAPADÓCIA - TURQUIA

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Capadócia, Turquia. Capadócia é uma região de interesse histórico na Anatólia Central, Turquia. A área concentra formações geológicas originadas por erupções vulcânicas e erosão, além de cidades subterrâneas e casas e igrejas escavadas em rocha. A região é habitada desde o período Neolítico, há cerca de 9 mil anos.

Derinkuyu, a cidade alienígena subterrânea e a teoria da conspiração

Denrinkuyu é o nome de uma antiga cidade subterrânea de vários andares no distrito de Derinkuyu na província de Nevsheir na Turquia. Pra quem gosta de teorias conspiratórias como eu,  iria adorar conhecer a cidade, por ser tão antiga, sua complexidade levanta a hipótese de ter sido feita com a ajuda de “engenheiros extraterrestres”. Com 11 andares, é grande o bastante para abrigar milhares de pessoas inclusive com seus suprimentos e comida. É a maior cidade subterrânea da Turquia e é parte de uma rede de vários complexos que foram encontrados em Cappadocia.
A cidade podia ser fechada pelo lado de dentro com grandes portas de rocha, os 11 andares não foram totalmente escavados ainda. Internamente, cada andar poderia também ser fechado separadamente dos outros.
A cidade acomodava entre 35 a 50 mil pessoas e contava com vários artigos de “luxo” para uma cidade debaixo da terra, como estruturas para se fazer vinho e extrair óleo, celeiros, armazéns, refeitórios e capelas.
No segundo andar, existe uma grande sala com um teto ovalado, semelhante a uma igreja, segundo os escavadores, era utilizada para uma escola religiosa e os quartos próximos, destinados aos estudantes.Entre o terceiro e o quarto andar, existe uma escada e uma passagem. Essa passagem levava até uma igreja em forma de cruz em um andar inferior. O grande sistema de dutos de ventilação tinham 55 metros, eram bem planejados e eficientes, além de ar, eles proviam água para os moradores de cima e da cidade subterrânea.

Rocha Vulcânica

 

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Escavada em rocha vulcânica, a sua arquitetura é um tanto rudimentar, embora fossem usados sistemas engenhosos para bloquear a entrada de intrusos, como portas em forma de rodas esculpidas de uma rocha de consistência mais dura, daí supõe-se também que provavelmente essas cidades foram construídas como cidades de defesa. Foram descobertas mais de 600 saídas à superfície e se calcula que essa cidade poderia albergar até 100.000 habitantes possuindo também um túnel com aproximadamente 8 km de extensão que a conecta com outra cidade subterrânea de Kaymakli. A maior dessas cidades subterrâneas foi descoberta em 2007 em Gaziemir, no distrito de Güzelyurt, pertencente a uma antiga rota da seda, permitindo aos viajantes descansar em uma cidade-fortaleza sob o solo.


Uma mera "casualidade"

 

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Em 1963, um habitante de Derinkuyu (na região da Capadocia, Anatolia central, Turquía), ao derrubar  uma parede de sua casa, descobriu assombrado que por detrás da mesma se encontrava uma  misteriosa habitação que nunca havia visto; esta  habitação levou-o a outra e esta a outra e a outra... Por casualidade havia descoberto  a cidade subterrânea de Derinkuyu, cujo primeiro nivel  foi escavado pelos hititas cerca de 1400 a.C.
Os arqueólogos começaram a estudar esta  fascinante cidade subterrânea abandonada.  Conseguiram chegar aos quarenta metros de profundidade, acreditando-se contudo  que chegue aos  85 metros. Atualmente já se descobriram 20 niveis subterrâneos. Só podem ser visitados os oito  níveis superiores; os restantes estão  parcialmente obstruidos ou reservados aos  arqueólogos e antropólogos que estudam Derinkuyu. A cidade foi utilizada como refúgio por  milhares de pessoas que viviam no subsolo  para se proteger das frequentes invasões que  sofreu a Capadocia, nas diversas épocas  da sua ocupação, e também pelos primeiros  cristãos. 
Os inimigos, conscientes do perigo que corriam ao introduzir-se no interior  da cidade, geralmente tentavam que a  população viesse à superfície envenenando os  poços.

O interior é assombroso: as galerias subterrâneas de Derinkuyu (onde há espaço  para, pelo menos, 10.000 pessoas) podiam  refugiar-se em três pontos estratégicos  deslocando portas circulares de pedra.

         

Estas pesadas rochas que encerravam as  entradas impediam a invasão dos inimigos. Tinham de 1 a 1,5 metros de altura, uns 50 centímetros de espessura  e um peso  de até 500 quilos.



Infelizmente, por problemas técnicos, não pude postar  as fotos que mostram inclusive a porta  circular de pedra que  fechava a entrada, isolando os habitantes no subsolo.

Derinkuyu tem ainda um túnel de quase 8  quilometros que conduz a outra cidade  subterrânea : Kaymakl.

De cidades  subterrâneas  desta zona já falava o  historiador grego  Jenofonte. Na sua obra Anábasis  explicava que as pessoas  que vivian na Anatolia  haviam escavado suas  casas no sub-solo  e  viviam em alojamentos  suficientemente grandes  para albergar uma  família, seus animais  domésticos e armazém de  alimentos.



Nos níveis recuperados, encontraram-se  estábulos, comedouros, uma igreja (de planta  cruciforme de 20 por 9 metros, com um teto  de  mais de 3 metros de altura), cozinhas (todavia   já enegrecidas pelo fumo das fogueiras que  acendiam para cozinhar), prensas para o vinho  e para o azeite, tabernas, cantinas, uma escola, numerosas habitações e até um bar.



A cidade  beneficiava da   existência de um rio  subterrâneo;  tinha poços de  água e um  magnífico  sistema de ventilação. (Encontraram   52 poços  de ventilação  que  assombraram  os engenheiros  da  atualidade).


Um mistério

 

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Até hoje, ninguém sabe exatamente como esse complexo subterrâneo foi construído e pra que servia exatamente. Alguns teóricos adeptos da “teoria dos aliens antigos”, defendem que a cidade é muito mais velha do que se imagina e foi criada por visitantes extraterrestres e posteriormente abandonada, sendo encontrada por moradores e reutilizada.De acordo com esses teóricos, os aliens com um conhecimento superior de ciências e engenharia aterrisaram na Terra há vários anos atrás, compartilhando seus conhecimentos com as primeiras civilizações e mudando o curso da história humana. Mas como esse conceito se desenvolveu, existe alguma evidência disso?
A teoria dos aliens antigos tomou forma na idéia de que existem vidas em outros planetas e que humanos e extraterrestres já cruzaram uns com os outros por aí. Em 1960 o tema ganhou visibilidade após uma onda de avistamentos de OVNIS e com o filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”. O programa espacial terrestre também ajudou a reforçar a idéia, se os humanos podem viajar para outros planetas, porque os extraterrestres não poderiam visitar a Terra?
Em 1968 o autor sueco Erich von Däniken publicou seu livro “Eram os Deuses Astronautas?” que se tornou imediatamente um best-seller. No livro ele levanta a hipótese de que milhares de anos atrás, viajantes do espaço de outros planetas visitaram a Terra e que eles teriam ensinado os até então humanos primitivos sobre sua tecnologia, tendo inclusive influenciado as antigas religões. Ele é lembrado por vários teóricos  que defendem os aliens antigos, que é também conhecida como a teoria dos astronautas antigos.
A maioria dos teóricos que defendem a teoria dos aliens antigos, inclusive von Däniken, apontam dois tipos de evidências para suportar suas idéias:
A primeira é que os textos de religiões antigas em que humanos interagem com os Deuses e outras entidades frequentemente os descrevem como vindos do céu, e em algumas vezes, utilizando carruagens voadoras que parecem espaçonaves de poderes sobrenaturais.
A segunda é que as espécies retratadas nas pinturas primitivas mostram figuras fisicamente parecidas com aliens. Os teóricos também citam para apoiar a teoria, a existência de maravilhas arquitetônicas que até hoje não se sabem ao certo como conseguiram ser construídas, como o Stonehenge e as pirâmides do Egito.
Se os aliens visitaram a Terra no passado, poderiam eles aparecer por aqui no futuro? Para um teórico que defende a idéia dos aliens antigos a resposta é: sim. Eles acreditam que compartilhando seus pontos de vistas eles poderão preparar as gerações futuras para um encontro, segundo eles, inevitável.

PETRA - JORDÂNIA
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Petra, Jordânia. Uma das novas sete maravilhas do mundo é conhecida pelos monumentos escavados em rocha. O enclave foi habitado no ano 312 A.C. pelos nabateus, que 250 anos depois foram dominados pelo Império Romano. No final do século 4, a região passou a fazer parte do Império Bizantino. Petra foi quase totalmente destruída por terremotos no século 6, perdendo sua importância comercial. A partir da Idade Média, passou a ser foco de interesse turístico. O local mais famoso de Petra é a fachada do edifício da Câmara do Tesouro, usada como cenário do filme "Indiana Jones e a Última Cruzada".



A lenda de Petra-Jordania

Evidências arqueológicas revelam que uma deusa ainda mais antiga, dos tataravós beduínos dos nabateus, continuava sendo cultuada em Petra muitos séculos depois de esses antepassados terem abandonado as tendas. Seu nome, al-Uzza, corresponde à estrela vespertina (na realidade, o planeta Vênus), que, segundo a mitologia beduína, habitava uma árvore identificada como a acácia.

Relevos em alguns monumentos de Petra mostram que al-Uzza estava associada a Ísis e Afrodite.

A primeira, claro, é a deusa egípcia que reviveu o marido (e irmão) assassinado, Osíris, para copular com ele e gerar um herdeiro, Hórus; mais tarde, tornou-se a protetora dos mortos no antigo Egito, chamada por Plutarco de “deusa da Lua”, grande mestra dos segredos da magia e da arte de invocar espíritos.

Afrodite, por sua vez, é a deusa grega da beleza e do amor (Vênus, para os romanos) também protetora dos viajantes. Seu culto é pré-grego e é possível que ela tenha entrado no mundo clássico vinda da Ásia via nabateus. Registros mostram que, em Corinto, os templos dedicados a ela eram locais de prostituição ritual. A deusa também é associada a Astarte, a divindade semita do amor e da fertilidade adorada em especial na Síria e Palestina (e na Babilônia, como Ishtar) e cultuada com orgias sexuais. Não é de admirar que Cleópatra tenha tentado (sem sucesso) convencer César a dar-lhe Petra como prova de amor.

A cidade permaneceu sob controle do Império Romano, que acabou causando sua ruína ao transferir as rotas das caravanas mais para o norte (Palmira, na Síria) e para o sul (o Golfo de Ácaba, entre Jordânia e Israel). Duzentos anos depois, Petra foi conquistada pelo Império Bizantino, que a ocupou durante quatro séculos, acrescentando aos monumentos nabateus duas igrejas cristãs, entre outras construções.

No ano 363 de nossa era, Petra perdera sua importância e estava sendo abandonada. Com seu sistema de abastecimento de água em ruínas, servia agora mais como fortificação, tendo trocado de mãos diversas vezes nos combates entre cristãos e muçulmanos durante as Cruzadas. No século 16, o golpe final – o Império Otomano a conquista e a cidade desaparece dos mapas, literalmente.

Tendo se transformado numa lenda, Petra era conhecida somente pelos beduínos que continuavam vivendo na área e a guardavam zelosamente por acreditar que as tumbas cavadas na rocha escondiam tesouros. Em 1812, o aventureiro e explorador anglo-suíço Johann Ludwig Burckhardt, que viajava disfarçado de xeque árabe pela região, ouviu rumores a respeito de ruínas fabulosas e convenceu seu guia beduíno a levá-lo até lá, sob a alegação de que precisava cumprir a promessa de sacrificar uma cabra numa montanha próxima. Assim Petra foi redescoberta.

Os beduínos estão até hoje no local, embora tenham sido removidos pelo governo jordaniano e relocados na periferia do Parque Nacional de Petra. Eles retornaram para vender lembrancinhas e atuar como guias em troca de baksheesh, ou gorjetas. O acordo de paz assinado entre Jordânia e Israel no início da década de 90 chegou a dar a esperança de um surto turístico, nunca concretizado por causa da instabilidade política da região. Em tempos mais pacíficos, a cidade recebe turistas europeus, americanos e japoneses, vindos de Amã (a 260 quilômetros de distância) ou do porto de Ácaba (a 180 quilômetros), que apenas passam o dia. Não é o meu caso.



Este vídeo somente em inglês


LINHAS DE NAZCA - PERU
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Linhas de Nazca, Peru. O conjunto de geoglifos pode ser avistado em passeios aéreos sobre o deserto de Nazca, no Peru. São centenas de figuras de animais ou simples formas geométricas, alguns com mais de 200 metros de diâmetro. Acredita-se que as linhas tenham sido traçadas entre os anos 400 e 650 D.C. Os traços são superficiais, criados com a raspagem do solo, e só estão preservados graças ao clima seco e à ausência de vento na região.


O mistério das linhas de Nazca


As Linhas de Nazca são um enigma. Ninguém tem provas de quem os construiu e por quê. Desde sua descoberta, as Linhas de Nazca tem inspirado explicações fantásticas a respeito dos deuses antigos, sendo que uma pista de pouso foi construída para o regresso dos deuses, um calendário celestial criado pela antiga civilização de Nazca. Sua criação é estimada entre 200 ac e 600 dc.
Há também enormes geoglifos desenhados no solo do Egito, Malta, Estados Unidos (Mississipi e Califórnia), Chile, Bolívia e em outros países. Mas os geoglifos de Nazca, por causa de seus números, as características, as dimensões e a desconhecida civilização que os fez, até hoje é um grande mistério para os arqueólogos.
A explicação mais aceitável é que provavelmente essas linhas foram usadas para rituais que estão se relacionados com a astronomia, para confirmar o conhecimento astronômico que tinham a antiga população e para determinar suas funções através de rituais econômicos, ou também pelo sistema de abastecimento de água subterrânea.
Mas nenhuma explicação é convincente para determinar quais foram as funções dessas enigmáticas linhas.
As Linhas de Nazca estão localizados no deserto de Nazca, um altiplano árido que se estende entre as cidades de Nazca e Palpa no pampa (uma grande área plana do sul do Peru). A planície deserta da costa peruana, que inclui o Pampa de San Jose (Jumana), Socos, El Ingenio e outros, na província de Nazca, mede 400 km. Ao sul de Lima, abrange uma área de aproximadamente 450 km, do deserto de areia, bem como as encostas dos contornos dos Andes. Elas cobrem cerca de 400 quilômetros quadrados de deserto. Gravadas na superfície de areia no deserto de Pampa tem cerca de 200 figuras feitas em linhas retas, suas formas geométricas só podem ser vistas do ar, em grande altitude.

A planície de Nazca é praticamente exclusiva para a sua capacidade de preservar as marcações sobre ela, devido à combinação do clima (um dos mais secos da Terra, com apenas 20 minutos de chuva por ano) e do solo, plano de pedra que minimiza o efeito do vento no nível do solo. Sem chuva de poeira ou areia para cobrir a planície, e pouco vento, as linhas traçadas aqui tendem a ficar desenhada por muito tempo. Esses fatores, combinados com a existência de um subsolo mais claro abaixo da crosta deserto, fornecem um vasto painel de escrita que é ideal para o artista que quer deixar sua marca para a eternidade.
Parecem haver vários projetos constituídos por figuras de animais, flores e plantas, objetos e figuras antropomórficas de proporções colossais feitos com linhas bem definidas.
Um exemplo disso é o desenho de um estranho ser com as duas mãos enormes, uma normal e outra com apenas quatro dedos.Um antigo astronauta;
Não existem explicações do que pode representar esse desenho.



Uma suposta pista de pouso;



Um macaco;



Um cachorro;(também foram encontrados outros animais com quatro patas)



Um beija-flor



Se você possuir o excelente programa Google Earth, tente encontrar essas enigmáticas linhas consultando este mapa para melhor entendimento.

1. Baleia
2. Asa
3. Condor
4. Pássaro
5. Animal
6. Espiral
7. Lagarto
8. Árvore
9. Mãos
10. Espiral
11. Aranha
12. Flor
13. Cão
14. Astronauta
15. Triângulo
16. Baleia
17. Trapézio
18. estrela
19. Pelicano
20. Bird
21. Trapézio
22. Beija-flor
23. Trapézio
24. Macaco
25. Lhama



AS PIRÂMIDES DE GIZÉ NO EGITO
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Pirâmides de Gizé, Egito. O conjunto arqueológico de Gizé, nos arredores do Cairo, no Egito, é uma necrópole construída para abrigar os restos mortais dos faraós. No local, existem três complexos de pirâmides, a escultura maciça Grande Esfinge, vários cemitérios e uma área industrial. Monumento mais famoso do mundo, o complexo da pirâmide de Quéops, construído em cerca de 2500 A.C., era formado por um templo do vale, ponte, templo funerário, pirâmide do rei, três pirâmides das rainhas e cinco fossos de barcos. A pirâmide principal tem 137 metros de altura, mais alta que o edifício Copan, em São Paulo. Os outros complexos, menores, mas com estrutura parecida, são os de Quéfren e Miquerinos.

A Pirâmide do Faraó Del Debbio I

deldebbio | 29 de junho de 2009
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Eu tinha deixado este post em standby há uns meses, desde que fiz estes posts AQUIAQUIAQUI AQUI sobre pirâmides, porque achei que era mais do que óbvio que a alegação de que dezenas de milhares de escravos seminús empurrando blocos de pedra de 70 toneladas na areia escaldante do deserto e ajustando-os com precisão milimétrica através de rampas miraculosas durante 3 meses por ano em menos de 20 anos fosse risível.
Hoje, o Tio Marcelo se autoproclama Faraó Del Debbio I e decide que vamos construir uma pirâmide aqui no Brasil, com tecnologia de 2008.

Este post será uma homenagem ao amigo Kentaro. Ele sempre traz informações técnicas muito interessantes desmistificando enigmas e ilusões, então hoje serei eu o cético e usarei apenas da matemática e da engenharia, sem nada de ocultismo, para estudar um dos maiores mitos da história.
Vamos deixar claro que eu não estou dizendo uma palavra a respeito de QUEM, COMO, QUANDO ou POR QUE elas foram construídas. Este post vai demonstrar apenas a titulo de curiosidade como se construiriam as piramides com tecnologia de 2008. E quanto tempo demoraria, ok?
Uma das vantagens de se estar ligado a tantas Ordens Iniciáticas é que o tio Marcelo consegue acesso fácil e rápido a praticamente qualquer empresa grande no Brasil e até mesmo em outros países com apenas alguns telefonemas e recebe carta branca para ficar fuçando e perguntando o que quiser lá dentro. Então poderemos pegar alguns orçamentos que normalmente o público não tem acesso. Outra facilidade é o fato de eu ser arquiteto, então estou acostumado com canteiros de obras e sei que tipo de questionamentos são relevantes para uma obra deste porte.
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Em primeiro lugar, vamos às nossas hipóteses. A pirâmide de Gizé possui 230m de lado e 146m de altura quando foi construída. Suas paredes possuem inclinações precisas de 51º 51´14”. Seus blocos de pedra são encaixados milimetricamente, sem espaço para passar um mero pedaço de papel. Possuem câmaras e túneis de acesso que não foram escavados, mas sim deixados vazios durante o processo de construção (ou seja, foram planejados antes da construção) e que são elaborados com precisão absoluta. Sabe-se que as pirâmides foram construídas utilizando-se aproximadamente 80% de pedras de calcário rochoso, de pedreiras distantes cerca de 60-80km do Cairo, e que 20% de sua estrutura foi composta de pedras nobres, em especial o Alabastro e o Mármore Negro, trazidas da pedreira de Assuã, localizadas a cerca de 725km de Gizé, através do Nilo.
Cálculos Iniciais
Usando a fórmula do volume de uma pirâmide, temos (B x H )/3 = 2.556.850 m3 de pedra. Não estou levando em consideração as câmaras e túneis dentro da pirâmide, apenas o volume “bruto” dela para fins de orçamento aproximado. A maior parte do volume da pirâmide é construído com blocos inteiros de Calcário Rochoso. O calcário possui densidade 2,8, portanto, temos que o peso estimado de uma pirâmide é 7.159.150 toneladas, dos quais 1.431.830 toneladas (revestimentos e pedras nobres) vieram de Assuã de barco e 5.727.320 toneladas vieram de pedreiras próximas, localizadas a até 80km de distância. Destes blocos de calcário, cerca de 6% em peso é constituído de blocos de 70 toneladas (aproximadamente 5.000 blocos) e teremos de pensar em uma maneira de extraí-los e transportá-los da pedreira até nossa obra.
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A primeira coisa que precisamos verificar são as pedreiras de calcário rochoso. Analisando algumas das maiores pedreiras de calcário do Brasil, consegui as seguintes informações: De acordo com a ABRACAL (Associação Brasileira de Produtores de Calcário), uma pedreira de 6 hectares produz cerca de 14.000 toneladas de blocos no tamanho adequado por ano.
Com dois telefonemas para alguns amigos que trabalham no Cairo, consegui a informação que as pedreiras que os “egípcios” utilizaram para obter os blocos (Toura e Maadi) não tinham mais do que 28 hectares somadas (e isso são pedreiras grandes, relativamente falando). Fazendo uma regra de 3 básica, temos uma produção de 65.000 toneladas por ano de blocos.
De posse destes dados, temos que apenas para extrair todas as pedras para montar a Pirâmide, utilizando-se de equipamentos de 2008, levaríamos 82 anos. Uma conta simples que já destrói completamente qualquer hipótese das pirâmides terem sido construídas em 20 anos…
Mas o faraó Del Debbio I tem pressa !!! Queremos construir a pirâmide no mesmo período de tempo alegado pelas lendas. Se um bando de egípcios seminús de 4.000 AC conseguiu, nós vamos conseguir também!
Procurando minas de calcário
Em 2000, a produção total de calcário no estado de São Paulo foi de 3.230.000 toneladas, dos quais apenas 16% nos tamanhos adequados para a construção dos blocos de 2,5 ton mínimos (pouco mais de 516.800 toneladas por ano). Vamos usar TODA a produção de calcário do estado de São Paulo para a construção da minha tumba.
Com TODA a produção de blocos de calcário do estado de São Paulo (que corresponde a cerca de 21% da produção total do Brasil) nas mãos do Faraó Del Debbio I, vamos recalcular o tempo para a construção da Pirâmide:
Com 1.416 toneladas de blocos por dia de produção, precisaremos de 11 anos (4.045 dias) para extrair tudo. Dane-se o estado de São Paulo, o Faraó Del Debbio tem pressa. Temos apenas 20 anos para construir as pirâmides!
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Para nossas operações terrestres, usaremos o caminhão 31260E da Volkswagen, o maior e mais poderoso caminhão da linha comercial 2008, que é um dos mais modernos da frota brasileira, capaz de carregar até 31 toneladas por vez. Utilizando-se de guindastes mecanizados do tipo GR 9.000 da Rodomaq, conseguimos colocar um bloco de pedra de 2,5 toneladas dentro do caminhão e ajustá-lo em cerca de 10 minutos, de acordo com o engenheiro responsável.
Um caminhão 31260E carrega até 12 blocos de 2,5 toneladas de cada vez, o que demoraria 120 min para carregá-lo. Supondo uma estrada bem asfaltada, em uma velocidade segura, faríamos o trecho de 80 km em 1h30. Descarregando o caminhão no local da obra e retornando em segurança, todo o processo de ida e volta demoraria 7 horas.
Ao todo, teríamos de carregar 5.383.681 toneladas de pedras em blocos de até 12 toneladas usando nossos caminhões Volkswagen.
Fazendo a divisão de 5.383.681 toneladas por 30 toneladas, temos 179.456 viagens. Levando em conta nossa produção de 1.416 ton por dia, demoraríamos 3.802 dias para fazer todas as viagens (ou 10,5 anos). Para tanto, utilizaríamos uma frota de 30 caminhões (que trabalhariam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem feriados ou pausas). Não há razão para usarmos mais caminhões, pois estes já estariam trabalhando no limite, já considerados 20% extras para eventuais falhas mecânicas (obrigado pessoal da Brasspress e RodoJumbo pelas informações).
Alguns engenheiros alegaram que estes caminhões trabalhando desta maneira selvagem não durariam 10 anos, então um deles pediu para que ficasse constando que a frota ideal total seria de cerca de 50-60 caminhões, sendo substituída ao longo do tempo.
Os outros 343.640 toneladas em blocos de 70 toneladas seriam um problema. A Granero e outras companhias de transporte que pesquisei carregam até no máximo 60 toneladas indivisíveis em seus veículos e os maiores caminhões da Volvo e Scania carregam apenas 50 toneladas… então teríamos de ir buscar outros caminhões especiais para isso.
Encontramos esta carreta, capaz de carregar até 470 toneladas, mas não achei o nome dela. Para sustentar essa estrutura, a carreta tem 266 pneus, além de outros 30 dos cavalos mecânicos. O veículo tem 93 metros de extensão, 8,70 metros de altura e anda a 5 km/h. Precisamos de uma autorização especial AET e cada viagem pode chegar a custar até R$ 100.000,00
Para carregá-la com os blocos de 70 toneladas (cabem 6 blocos por vez), demoramos cerca de 2h por bloco, ou seja, 12 horas para carregá-la, 16 horas para viajar (totalizando 56 horas por trajeto ida e volta) levando 420 toneladas. Para transportar 343.639 toneladas, precisaremos de 818 viagens, ou seja, 45.808 horas (5,2 anos).
Sabemos que as pedras maiores estão na base da pirâmide, então pelo menos os 5 primeiros anos serão destinados para as pedras de 70 toneladas, então talvez consigamos fazer um “estoque” de pedras de 12 toneladas e 2,5 toneladas para usar no futuro, aumentando assim nossa frota de caminhões 31260E nos primeiros anos e economizando pelo menos uns 3 anos do projeto. Por outro lado, não adianta carregarmos as pedras menores para a pirâmide pois isto atrapalharia o desembarque das supercarretas.
O preço dos materiais, pelas tabelas de 2007, são de aproximadamente 100,00 por tonelada de blocos de calcário e entre 250,00 a 400,00 a tonelada de mármore nobre e alabastro. Mas acho que por ser irmão maçom, eu teria direito a algum desconto. O total estimado, em material apenas, sairia na faixa de 4 bilhões de reais (1% do PIB do Brasil de 2007). Mas isto não inclui nem transporte e nem mão de obra!
Outro dos problemas é como fazer a terraplanagem do terreno. Consultei algumas das empresas de topografia de irmãos e descobri que conseguir um platô que fique PERFEITAMENTE NIVELADO sobre a areia de um deserto é uma tarefa impossível. Pior ainda se planejamos “empurrar” os blocos… o mero deslocamento das pedras já desnivelaria TODO o trabalho executado, e a areia deslocada nunca permitiria um encaixe tão perfeito dos blocos. Ao contrário do que as otoridades querem que vocês acreditem, não basta ir empilhando blocos de pedra sobre a areia, pois com o tempo, a areia cede e toda a estrutura afunda (por exemplo, a torre de Pisa, que nem em areia foi construída). Para se construir em cidades como Santos ou Las Vegas, é necessário consultar engenheiros navais e de estruturas, para indicar as compensações necessárias a serem feitas para se edificar sobre solo tão precário (e estou falando de prédios de 10, 12 andares… a pirâmide tem o equivalente a 49 andares). Em outras palavras, é necessário uma FUNDAÇÂO para manter toda esta estrutura firme (ainda mais que ela não se deslocou um milímetro em 12.500 anos… ops… 6.000 anos).
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Muitos teóricos da conspiração (e eu não estou entre eles) afirmam que há uma pirâmide enterrada abaixo da pirâmide, de mesmo tamanho e voltada para baixo, formando um octaedro, para servir como fundação. Isso resolveria nosso problema, mas destruiria de uma vez por todas as teorias de tumba do Faraó e escravos egípcios empurrando blocos… pena que o governo egípcio proíbe qualquer tipo de pesquisa neste sentido, então nunca saberemos a verdade.
De qualquer maneira, os trabalhos de terraplanagem de uma área deste tamanho teriam de ser executados por alguma empresa do porte da Engepar especializada em barragens. O tempo estimado para deixar o terreno preparado para receber a pirâmide girou em torno de 6 meses a 1,5 anos, mas não tive garantias de inclinação de zero graus como na pirâmide. Eu deveria esperar algo em torno de 0,5º a 1,5º de inclinação.
Transporte por rios
Para nossas operações marítimas, vamos usar um dos maiores navios em operações aqui no Brasil, da Hamburg-Süd, chamado “Aliança Brasil PPSO”, com capacidade máxima de 1850 Teus (Teu é uma unidade de medida que representa containers com 20 pés, neste caso, carregados com 14 toneladas), que é um navio com 200m de comprimento, possui mais de 28.000 toneladas de deslocamento e velocidade de 20 nós. Este navio é tão grande que existem apenas 5 em operação neste volume no Porto de Santos (para ter uma idéia de comparação, as caravelas de Cabral carregavam 250 toneladas cada)
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As docas do porto de Santos, o maior porto do Brasil, são capazes de carregar em média, 40 containers por hora (ao custo de 70 dolares por container). Um navio do porte do Aliança Brasil demoraria, então, 46 horas para carregar e 20 horas para viajar (em um total de 132 horas entre carregar, viajar, descarregar e voltar). Isso, claro, contando que tivessemos dois portos do tamanho de Santos à nossa disposição.
Carregar 1.431.830 toneladas usando este navio demoraria 55 viagens, ou aproximadamente 310 dias. Menos de um ano. Esta seria a parte mais fácil do projeto.
Faltou um último detalhe. Os blocos das pedreiras são escavados com erro de até 3% em tamanho. Os blocos das pirâmides são PERFEITOS em suas medidas. Eu reclamei com o engenheiro chefe e ele me disse que é possível contratar especialistas para recortar no canteiro da obra com precisão milimétrica, mas este trabalho poderia demorar até cerca de 3 a 12 horas por bloco, para ficar da maneira 100% perfeita que as pirâmides exigem.
Contas rápidas levam ao nosso conhecimento que, para lapidar os cerca de 260.000 blocos das paredes externas, câmaras e túneis, seriam necessários aproximadamente 2.600.000 horas. Com uma equipe de 500 especialistas (ou seja, praticamente todos os especialistas brasileiros), conseguiríamos fazer todo este trabalho em cerca de um ano inteiro. Certamente o faraó Queops tinha especialistas muito melhores que os formados pelo SENAC.
Resolvida a logística de escavações e transporte, vamos colocar os blocos uns sobre os outros:
Precisamos levar todos estes blocos de 70 toneladas, 12 toneladas e 2,5 toneladas até a sua posição na Pirâmide. Sabemos que ela possuía 146m de altura. A hipótese de rampas é ridícula, pois não podemos construir rampas com inclinação maior do que 10%, o que significa que as rampas quando estivéssemos no topo da pirâmide teriam 1,5 quilômetros de comprimento… Uma rampa destas teria 5m x 145m x 1.450m, ou seja, 525.625 metros cúbicos de areia, suficiente para encher 6 maracanãs até a boca de areia. Algum de vocês já foi a um estádio de futebol para ter uma noção de quanta areia é isso?
A maior escavadeira do mundo, a Bagger 288, consegue movimentar 76.445 m3 por dia. Este monstro demoraria uma SEMANA para construir uma rampa como a descrita acima. Supondo, claro, que milagrosamente toda a terra movimentada chegasse ao formato desejado da rampa em um passe de mágica.
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Vamos usar guindastes e gruas!
Podemos construir rampas de acesso metálicas para caminhões nos primeiros estágios da pirâmide. Mas com o tempo, eles se tornariam complicados. No primeiro andar, teríamos algo em torno de 53.000 m2 (230×230) para manobrar os caminhões e guindastes GR 9.000, mas certamente precisaríamos usar guindastes para posicionar os blocos da base.
Para posicionar os blocos gigantes de 70 toneladas, usaremos guindastes da Demac ou Lorain (aluguel de 250,00 por hora). Posicionar um bloco de 70 toneladas em um canteiro de obras demora cerca de 2 horas, mas o engenheiro me disse que há erro de até 5% da maneira que escolhi. Podemos medir com sensores de laser (semelhante ao que usam no metrô para alinhar os túneis) mas que mesmo assim o balanço dos guindastes poderia tirar os blocos do prumo. Sugerimos empurrar com um trator, mas a maioria dos tratores empurra até 30 ou 40 toneladas no máximo. Sugeri usarmos nossos peões de obra para empurrar. “Se o faraó conseguiu, eu também consigo” – pensei. E o engenheiro riu na minha cara. Totalmente impraticável.
Pessoas empurrando blocos de pedra na areia fariam no máximo com que elas mesmas afundassem quando começassem a puxar ou empurrar os blocos, sem que ele se movimente. Se usarem troncos para “rolar” as pedras, precisariam pensar em uma maneira de RETIRAR estes troncos debaixo das pedras (embora nenhum botânico que eu contatei conseguisse me indicar uma palmeira que agüentasse 70 toneladas de pressão).
Só para não parecer que eu estou exagerando… 70 toneladas é o peso de 70 fuscas, compactados em um bloco de aproximadamente 2 x 2,5 x 5 m. Se imaginarmos escravos MUITO fortes e marombados, capazes de puxar 200kg cada um, precisaríamos de 350 escravos para puxar cada um destes 5.000 blocos. E estamos falando de PUXAR, porque empurrar é impossível… vamos empilhar 350 homens uns sobre os outros… a última vez que eu verifiquei, dois corpos não ocupavam o mesmo lugar no Plano Material. Então como ajustar a posição milimétrica dos blocos sem empurrá-los?
O segundo problema de empurrar é que isso poderia arrebentar o piso e a terraplanagem. Decidi não me preocupar com estes problemas mundanos e ignorar isto. Concretando o primeiro andar da pirâmide, teríamos uma base forte (desde que ela não cedesse) para continuar subindo.
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Resolvido as primeiras etapas da pirâmide, usaremos, então, o modelo de guindaste MC310K12, um dos maiores guindastes em uso aqui no Brasil, para elevar os blocos de 12 e 2,5 toneladas. Ele eleva 12 ton a uma altura de 57,50m, com uma lança de 70m. Com ele, conseguiremos construir até cerca de 50m de altura… só faltam 100m para chegar ao topo.
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Neste ponto do percurso, temos um problema, chamado Câmara dos Reis. Há dentro dela uma pedra única de 50 toneladas, de mármore negro vindo de Assuã. Como nenhum guindaste chegaria até a posição onde ela está e as rampas de areia são impraticáveis, optamos por usar um helicóptero militar, mas infelizmente, o maior helicóptero brasileiro, o Baikal, carrega miseráveis 4 toneladas. Mesmo o Mi-26, o maior helicóptero de carga americano, segundo a WFF, carrega apenas 20 toneladas (confesso que isso foi uma surpresa, eu achava que helicopteros carregassem mais peso). Então abandonamos os helicópteros… e aquela história das Pipas do Kentaro levando 11 toneladas me parece cada vez mais história para cético dormir…
Sem helicópteros, tivemos de construir uma rampa, usando estruturas metálicas extra-resistentes combinada com um guindaste na ponta para içar a pedra. Tempo estimado de operação: duas semanas.
Espero que dessa vez eu lembre de colocar um sarcófago DO TAMANHO CERTO, já que o de Quéops é menor do que deveria ser… faraó burro!
Também descobri que existe uma grua nova na Espanha chamada Potain MD1400, a maior grua em atividade na Europa, capaz de elevar pesos a até 200m de altura, flecha de 50m e 30 toneladas de carga. Deve dar, embora a flecha desta grua não é suficiente para chegar no centro da pirâmide, o que força nossos homens a montarem esquemas de cordas para direcionar e posicionar as pedras do Topo.
Pyramidion
Fica faltando uma última pedra, uma réplica da pirâmide com 9m de altura esculpida em uma única peça de mármore negro, chamada Pyramidion, pesando entre 6 e 7 toneladas. Com a grua espanhola, podemos fazer este trabalho sem grandes complicações de engenharia.
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Claro que os prazos que eu forneci nesta coluna são para cada uma das etapas separadamente. Quando construirmos a pirâmide, estas etapas terão de entrar dentro de um cronograma de logística: enquanto as pedras são cortadas e transportadas, outros engenheiros e peões estarão responsáveis pela colocação delas no canteiro de obras. Trabalhando sem parar 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem feriados nem descansos (segundo os textos usados como base, os “egipcios” trabalhavam apenas 3 meses por ano), estimamos a construção da Pirâmide com tecnologia de 2008 em cerca de 13 a 14 anos (tabalhando sem parar 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano), a um custo que pode chegar fácil a 18 bilhões de reais. E, como eu sou uma das dez pessoas mais modestas do Planeta (e a modéstia me impede de dizer em qual posição eu estou), terei todo este trabalho e NÃO VOU COLOCAR O MEU NOME EM LUGAR NENHUM da pirâmide.
Faltou lembrar que todo este trabalho é para apenas UMA pirâmide, quando na verdade, o conjunto possui TRÊS pirâmides (então teríamos de multiplicar todo este trabalho por três… ). Eu sempre soube que a história de escravos empurrando pedras era ridícula, mas agradeço ao Mori pelo texto dele das pipas, que me fez ir atrás de empresas de engenharia para ver o quanto, na verdade, é IMPRATICAVEL a teoria dos escravos da tumba do faraó. As pessoas acreditam nela simplesmente porque as otoridades disseram e porque nunca ninguém foi atrás de ver as dimensões envolvidas. De qualquer maneira, fica demonstrado a impossibilidade de cumprir estas metas no prazo e condições descritas pelas otoridades.
Agora… quem construiu as pirâmides e como, ninguém sabe ao certo… mas definitivamente não foram escravos seminús arrastando blocos de pedras rampa acima no deserto ou empinando pipas.


Fontes:
  • http://deusesastronautas.blogspot.com.br/2011/05/extraterrestres-incas-e-machu-picchu.html
  • http://www.oarquivo.com.br/extraordinario/lugares-extraordinarios/1606-o-portao-dos-deuses.html
  • http://www.larazon.es/historico/6920-las-pruebas-definitivas-de-la-visita-extraterrestre-a-los-mayas-ILLA_RAZON_402280
  • http://pijamasurf.com/2013/10/eran-los-mayas-extraterrestres-hibridos-con-un-gran-concentracion-de-dmt-en-la-sangre/?fb_comment_id=655289281161730_1264763976880921
  • http://teoriaalien.blogspot.com.br/2011/11/stonehenge-misterio-na-planicie-de.html
  • http://verdademundial.com.br/2015/04/o-templo-borobudur-e-seu-misterio-com-o-povo-das-estrelas/
  • http://www.deldebbio.com.br/2010/04/09/a-cidade-celeste/
  • http://tantettaus.blogspot.com.br/2013/04/baalbek-o-misterio-do-libano.html
  • https://www.seumochilao.com.br/puma-punku/
  • http://www.oarquivo.com.br/extraordinario/lugares-extraordinarios/1639-derinkuyu-a-cidade-alienigena-subterranea-e-a-teoria-da-conspiracao.html
  • http://esferacosmica.blogspot.com.br/2010/07/lenda-de-petra-jordania.html
  • http://teoriaalien.blogspot.com.br/2011/05/o-misterio-das-linhas-de-nazca.html
  • http://www.deldebbio.com.br/2009/06/29/a-piramide-do-farao-del-debbio-i/